
Será o fim da História?
O muito tempo, aproximadamente 1989 eu tinha ouvido uma reportagem, ainda não consigo me lembra onde, sobre o fadado “Fim da História” declarado por um Nipo-Americano chamado Yoshihiro Francis Fukuyama.
Fukuyama é mais conhecido como o autor do Livro “O Fim da História e o Último Homem”, no qual ele argumentava que a evolução da história humana como uma luta entre ideologias era em grande parte em uma extremidade, como o mundo se configurava para uma democracia liberal, após o final do Guerra Fria e da queda do Muro de Berlim em 1989. Fukuyama previu o triunfo final e global do liberalismo político e econômico.
Trecho do Livro:
“O que podemos estar testemunhando não é apenas o fim da Guerra Fria, ou a passagem de um período específico da história pós-guerra, mas o fim da história como tal … Isto é, o ponto final da evolução ideológica da humanidade e a universalização da democracia liberal ocidental como forma final de governo humano”.
É Sr. Fukuyama, os atuais eventos Históricos políticos-econômicos nos mostram o quanto o Sr. estava errado! A História como ciências humanas não se acabará nunca, ela nos permite confrontarmos nossos erros passados para que possamos evoluir! Uns teimam em cometer os mesmos erros históricos, alguns pelo simples fator evolucional pessoal, outros porque não sabem nada de história, e outros que teimam em burlá-la ou esquecê-la, estes últimos pagarão ainda mais caro!
Assim, como a “utopia do modelo socialista” ligada como disse Fukuyama ao advento do fim da Guerra Fria e a queda do Muro de Berlim, agora acontece a mesma coisa com o modelo neoliberal que tem como base a destruição do meio ambiente pelo consumo inconsciente e irracional. Portanto, um novo modelo deverá surgir, tem que surgir. Será este um modelo eco-econômico? O que será? Eu ainda não sei, estou a procura!
Inicialmente, fiz a abordagem anterior para chegar onde quero, a relação da história com os modelos de desenvolvimento adotados até agora e suas conseqüências nefastas.
Devemos ter bastante cuidado com as pseudo-promessas de desenvolvimento econômico, de modelos de consumo sem proposta nenhuma de sustentabilidade. O custo disso tudo poderá sair muito alto! Cientistas, Organizações, Pessoas, Empresários de visão e até alguns poucos políticos estão tomando atitudes, tentando mostrar outras formas de desenvolvimento e consumo. Então, temos que agir localmente ou globalmente fazer parte de algo maior para revertermos o quadro de destruição do meio ambiente. Muitos poderiam abrir os olhos para a História. Historia de suas comunidades, seus bairros, suas cidades, seus estados, para verem o que mudou ou está em plena mudança!
História, história, estória, alguém terá alguma para contar?
Vamos ver o que sairá dos encontro da cúpulas do G20 e na 15ª Conferência do Clima da ONU em Copenhague na Dinamarca.